segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A primavera é a estação do ano que todos apreciam, é uma época de flores e alta astral principalmente. Ela começa em 23 de Setembro e termina mais precisamente em 21 de dezembro. Acontece que quando a primavera começa as flores desabrocham, e parece que tudo vai ficando mais mágico, mais fantasioso.
http://www.vaiprocurarumtrabalho.com

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


 Gincana Na Escola Nereu Ramos

Está acontecendo no período de 18/09 a 21/09/2012  a Gincana na escola, para todos os  alunos do Ensino Médio. As tarefas estão sendo  realizadas durante toda a semana no período da manhã e noite.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

No dia 13/09/2012  ocorreu, a reunião com pais de alunos  com a direção da escola.Onde foram tratados diversos assuntos.

sábado, 15 de setembro de 2012


As Crianças Tecnológicas e o Computador


Me senti na obrigação de falar sobre esse tema tão atual. Então tive a oportunidade de conversar com dois psicólogos de gerações diferentes: Geralda de Albuquerque de França, 64 anos, formada em 1974, pela Faculdade de Filosofia do Recife (UFPE), funcionária de Suape. Ela comprou seu primeiro computador de 5 a 6 anos atrás e até fez um curso de computação. E ela diz ainda que conseguiria viver sem ele.

José Gomes da Silva Filho, 38 anos, formado pela Faculdade Integrada do Recife (FIR), mexeu pela primeira vez no computador em 1994, na antiga empresa que trabalhava e ele ainda lembra dos monitores amarelos. Comprou seu primeiro computador aos 30 anos e não tem internet em casa.
A primeira pergunta que fiz aos dois foi, se a criança a partir de 5 anos de idade já esta apita psicologicamente a mexer no computador, Eles afirmam que sim! “ É a realidade dela” diz Geralda. 


Falei para eles a respeito desta imagem e perguntei a opinião deles: Criança precisa de limites na frente do computador?

“Sim. Tudo tem limites. Crianças precisam brincar, com areia e água, estudar. Os pais acham bonito esta exposição dos filhos, se retraem da responsabilidade” diz Gomes. 
Geralda diz que a exposição excessiva da criança ao computador influência psicologicamente. “É perigoso, a deixa isolada, dependente e a torna compulsiva (não consegue largar) se tornando uma doença. É a má utilização do instrumento”. 

Vemos hoje nos noticiários casos de pedofilia pela internet. 
Antigamente tínhamos a falsa ilusão de que quando fechássemos a porta de nossa casa estávamos seguros de qualquer perigo. Hoje com o computador na nossa casa temos uma porta que tanto podem vir coisas boas como coisas ruins, vejamos a opinião dos dois. 
Gomes diz que as crianças precisam ser fiscalizadas pelos pais, elas precisam de limites. “Todo ser humano é movido pelo desejo. Muitos filósofos falam pelo desejo de buscar mais, o desejo do novo. Por isso a necessidade do limite”. Os pais precisam saber o que os filhos acessam, com quem conversam.
E Geralda ainda acrescenta que antigamente os pais conheciam os amigos dos filhos já hoje em dia os amigos são virtuais. “O computador é uma faca de dois gumes”, a curiosidade da criança é bom, mas ela precisa de limite. “Quando apareceu a Televisão foi perguntado a mesma coisa. Os pais antigamente tinham mais cuidado, nem novelas das 6 podíamos assistir. A censura quem fazia eram nossos pais.”

Eu deixo essa reflexão aos pais que tem filhos.

“O mundo evoluiu, as crianças evoluíram é a vez de brincar de computador. É a era das crianças tecnológicas”, afirma Gomes.

“Se o computador é bom ou é ruim depende de como você utiliza”, afirma Geralda.


Sites de Estudos




DECIFRE O ENIGMA
Analise uma foto e duas frases para desvendar o enigma.
QUAL É O MATEMÁTICO?
Leia as dicas e tente descobrir qual é o matemático em questão.
O QUE É O QUE É?
Descubra a palavra matemática de acordo com as dicas.
SOKOBAN
Ajude o tirador de grampos a colocar os apontadores em seus lugares.
TORRE DE HANOI
Mova os discos até a última estaca.
FORCA
Adivinhe palavras relacionadas com a Matemática.
PALAVRAS CRUZADAS
Preencha as lacunas conforme solicitado.
RECIPIENTES
Tente encher um recipiente com o número de litros solicitado.
QUIZ MATEMÁTICO
Responda perguntas matemáticas (ensino fundamental).

http://www.somatematica.com.br/jogos.php
 PhET 

Uma  bem  sucedida   iniciativa na produção de simulações para o ensino de física, protagonizada por Carl Wieman, laureado com o Nobel de Física de 2001, é o PhET - sigla em inglês para Tecnologia Educacional em Física. (Física na Escola, v. 11, n. 1, 2010 )

          Materiais didáticos digitais de apoio à aprendizagem vêm sendo cada vez mais produzidos e utilizados em todos os níveis de ensino. Esses materiais são chamados Objetos de Aprendizagem (OA). Repositórios de AO proliferam na Internet, colocando à disposição do usuário recursos educacionais para facilitar a aprendizagem tanto no ensino a distância quanto no apoio ao ensino presencial. Em particular, na área de física, o portal com - PADRE (www.compadre.org), considerado uma biblioteca digital, disponibiliza OA de excelente qualidade e uso gratuito, obtidos de várias fontes confiáveis. Um dos mais disseminados tipos de OA são as simulações computacionais de experimentos de física, que estão disponíveis para utilização em diversos contextos. Mas infelizmente seu uso em sala de aula está longe de ser uma realidade, particularmente no Ensino Médio. Ainda que elas não devam substituir experimentos reais, pesquisas indicam que seu uso combinado à atividade experimental pode tornar mais eficiente o processo de aprendizagem dos alunos .




           Parecem existir tantas definições do que seja um Objeto de Aprendizagem quantos aqueles que o produzem. Segundo Wiley [4] um OA pode ser qualquer fonte digital que poderá ser reutilizada para a aprendizagem. Esta definição inclui imagens, fotos, clips de vídeos, animações, páginas na Web. Mais recentemente, Nash [5] conceitua OA como blocos de informação que estão à disposição do professor para que este os conecte da maneira que achar mais eficiente para o processo de aprendizagem. Desta forma, espera-se que os OA estimulem o desenvolvimento das capacidades pessoais, como, por exemplo, imaginação e criatividade. Assim, um objeto virtual de aprendizagem pode tanto contemplar um único conceito quanto englobar todo o corpo de uma teoria. Pode ainda “compor um percurso didático, envolvendo um conjunto de atividades, focalizando apenas determinado aspecto do conteúdo envolvido” [6].Para tornar o conceito de OA mais acessível, criaram-se metáforas.

        Naquela do brinquedo LEGO, introduzida por Hodgins e Conner [7], os OA seriam pequenos blocos de instrução que poderiam se juntar para formar estruturas instrucionais maiores e reutilizados em outras estruturas, assim construindo todo o contexto de aprendizagem. Entretanto, utilizar uma combinação aleatória de OA pode não conduzir necessariamente a algo relevante e coerente em termos de ensino e aprendizagem, porque nem todos os OA podem ser de fato  assim arranjados. Isso levou à metáfora do átomo proposta por Wiley [4], em que os OA são comparados a átomos nesta sequência: (a) nem todo átomo pode ser combinado com outro átomo; (b)átomos só podem ser montados em certas estruturas prescritas pela sua própria estrutura interna; e (c) alguma instrução é necessária para juntar átomos. Tal acontece com os OA, isto é, agrupá-los requer conhecimentos de diferentes modelos pedagógicos de modo que a produção de um curso, por exemplo, seja eficaz e apropriada sob o ponto de vista da aprendizagem. Tarouco e col. [8] sintetizam as características específicas que um OA deve apresentar:
Acessibilidade: facilmente acessível via Internet;
Atualizável: através do uso de metadados (literalmente “dados de dados”) torna-se fácil fazer atualizações;
Interoperabilidade: capacidade de operar através de uma variedade de hardware, sistemas operacionais e  buscadores.
Granularidade: Quanto mais granular for um OA maior será o seu grau de reutilização.
Adaptabilidade: adaptável a qualquer ambiente de ensino;
Flexibilidade: material criado para ser utilizado em múltiplos contextos, não sendo necessário ser reescrito para cada
novo contexto;
Reutilização/reusabilidade: várias vezes reutilizáveis em diversos ambientes de aprendizagem;
Durabilidade: possibilidade de continuar a ser usado por longo período e, na medida do possível, independente   da mudança da tecnologia. Além destas características, destacamos também que os OA deveriam ter: conexão com o mundo real e incentivo à experimentação e observação de fenômenos; favorecer a interdisciplinaridade; oferecer alto grau de interatividade para o aluno; possibilitar múltiplas alternativas para soluções de problemas; ter combinação adequada e balanceada de textos, vídeos e imagens; apresentar retroalimentação e dicas que ajudem o aluno no processo de aprendizagem; estar identificados por área de conhecimento e nível de escolaridade; apresentar facilidades de uso, possibilitando acesso intuitivo por parte de professores e alunos não familiarizados com o manuseio do computador; apresentar fácil funcionamento e execução na Web para que de fato possam ser incorporados ao cotidiano do professor nos tempos atuais.

Artigo completo pode ser encontrado no site http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol11/Num1/a08.pdf

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


TECNOLOGIA  ATRAI ALUNOS, DIZ ESPECIALISTA



A introdução dos tablets nas salas de aula é inevitável e pode servir para atrair a atenção dos alunos para o conteúdo acadêmico, mas é preciso dar especial atenção à adequação da linguagem para a nova plataforma e à formação dos professores.
A opinião é da coordenadora executiva de projetos da Escola do Futuro, do núcleo de pesquisas da Universidade de São Paulo (USP), Samantha Kutscka. Em entrevista ao Correio, a especialista, que investiga novas tecnologias aplicadas à área de Educação, afirma ser necessário transformar o método de ensino para se obterem resultados. Investir apenas na mudança da mídia, de acordo com ela, não traria progresso algum. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

A senhora acredita nessa ideia de que o lápis, a caneta e o papel vão desaparecer das Escolas?
Não vejo a possibilidade de isso acontecer. Não preparamos o aluno para um mundo de certeza, claro. Mas, hipoteticamente falando, se uma instituição ficar sem energia ou houver algum evento complexo envolvendo os aparelhos, o lápis e o papel vão ser a solução. Acredito que eles não vão deixar de existir nunca. Também há um processo de desenvolvimento da cognição, onde você ensina a criança a escrever com a mão.
Nesse caso, você não vai alfabetizar alguém com um tablet. Se usarmos um exemplo atual, você vai ver que ninguém deixou de fazer conta com a mão porque apareceu a calculadora. Há nove anos, quando entrei na Escola do Futuro, havia uma resistência dos professores em usar o computador. Não é diferente hoje. Podemos esperar isso a partir da introdução de qualquer nova tecnologia nas Escolas.

E quanto ao desvio da finalidade do aparelho, quanto à possibilidade de dispersão por parte do aluno. É realmente um risco que se corre?
Acredito fortemente que o papel do professor não deixa de existir, ele simplesmente muda. Os pais têm, realmente, uma preocupação com a relação do filho e a tecnologia. Oprofessor, por sua vez, com a dispersão do aluno. Mas, hoje, a maioria dos pais trabalha fora e os filhos, quando não estão sob o olhar deles, ficam sujeitos a diversos conteúdos. Não tem como fiscalizar, policiar em 100% do tempo.
Tirando a censura, não tem o que fazer. Nesse sentido, acredito que a orientação do professor surge como algo fundamental. Ele deve apresentar conteúdos, mostrar o que deve e o que não deve ser acessado, afinal, a censura não agrega nada. Ela apenas aguça, atrai a pessoa para o proibido.

A senhora acredita que pode haver um agravamento do desnível entre as Escolas públicas e as particulares, uma vez que essas últimas vêm incorporando primeiro esses aparelhos?
Esse desnível sempre existiu em praticamente tudo. As Escolas privadas acabam sendo mais pioneiras nessa área de tecnologia, principalmente porque têm recursos. Seria incoerente dizer que isso não acontece. Agora, a capacidade de aprender do aluno de uma Escola pública é a mesma da de um de uma Escola particular.
Tudo depende de como você ensina. O governo tem capacidade de fazer algo bem melhor que uma Escola particular, afinal ele é um, digamos, polvo com milhões de tentáculos, enquanto uma Escola particular está sozinha ou pertence a uma rede. É necessário apenas fazer.

E a capacitação dos professores, a senhora acredita que realmente esse é um desafio?
Sim, porque as gerações são diferentes e, por isso, entendem a tecnologia de forma diferente. Existe certa resistência, mas ela passa. A formação do professor começa com uma quebra de paradigma, pois não se trata apenas de mostrar ao profissional como usar o aparelho, mas de fazê-lo reconhecer potenciais pedagógicos naquilo.
Incorporando uma nova tecnologia, você acaba agregando mais trabalho ao educador e ele, normalmente, não está satisfeito com a remuneração que recebe. Então, nesse caso, você deveria incluir uma bonificação, um estímulo a esses professores.

Vem se falando também da insegurança que andar com um aparelho de alto custo pode trazer ao aluno. O que a senhora pensa sobre isso?
Acho que pode ser um risco sim, mas não tenho uma opinião sólida sobre o assunto. Acredito que, quando a tecnologia se popularizar, os preços irão cair e talvez não fique tão perigoso andar com o tablet. Pensar nisso no âmbito das Escolas públicas depende da aplicabilidade, afinal, ainda não sei se o aparelho vai sair da Escola ou não vai. De toda forma, não acredito que os assaltantes vão se apoderar dos entornos das Escolas como um alvo primário. Afinal, hoje vejo muitos alunos de Escolas particulares carregando notebooks, smartphones.

Quais são as maiores vantagens em usar esses aparelhos nas Escolas?
Atratividade. Esse é o grande diferencial. Uma questão muito complexa é que as pessoas não aprendem da mesma forma. Por isso, quando você tem um conteúdo multimídia, você tem possibilidades maiores e melhores de transmitir um conteúdo de várias formas.

E qual a grande preocupação na introdução desses aparelhos no ambiente Escolar?
Adequar a linguagem e formar o professor. O que você não pode fazer é simplesmente transformar um livro impresso para digital. O conteúdo deve ser repensado, você tem que aproveitar o potencial daquela plataforma. No caso de livros, você tem praticamente que os recriar. Sabemos, por experiência, que não adianta apenas trocar a mídia para que o aluno assimile o conteúdo.
Fonte: Correio Braziliense (DF)